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	<description>Nutrição &#038; Saúde</description>
	<pubDate>Fri, 09 May 2008 01:22:16 +0000</pubDate>
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		<title>Alimentos Orgânicos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 01:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Após visitar a feira Natural Tech, me encantei ainda mais com o mundo dos orgânicos.

Há algum tempo venho consumindo alimentos orgânicos, pois além de serem nutricionalmente mais saudáveis, livres de agrotóxicos e ecologicamente corretos, o sabor não se compara com o alimento não orgânico. Vale experimentar para saber do que estou falando. Já provei e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após visitar a feira <a href="http://www.naturaltech.com.br">Natural Tech</a>, me encantei ainda mais com o mundo dos orgânicos.</p>

<p>Há algum tempo venho consumindo alimentos orgânicos, pois além de serem nutricionalmente mais saudáveis, livres de agrotóxicos e ecologicamente corretos, o sabor não se compara com o alimento não orgânico. Vale experimentar para saber do que estou falando. Já provei e aprovei, laranja, kiwi, caqui, maçã, abacate, banana, maracujá, tomate, batata, agrião, cenoura, alface, espinafre, frango, carne bovina, hambúrguer, leite, ovo, e não me lembro mais os outros, mas sei que gostei bastante.</p>

<p>Esta semana fui visitar a loja especializada <a href="http://www.sabornatural.com.br/">Sabor Natural</a>, localizada no Jardim São Paulo, bem pequena e no dia que fui não estava tão abastecida quanto esperava que estivesse, mas comprei alguns produtos de boa qualidade. O mais interessante é que eles fazem entrega em domicílio em diversas regiões de São Paulo, tornando-se uma ótima opção para pessoas que não tem tempo ou não gostam de ir ao mercado ou feira. Uma outra opção é a rede <a href="http://www.paodeacucar.com.br">Pão de Açúcar</a>, onde você encontra uma seção de alimentos orgânicos de boa qualidade.</p>

<p>Para obter mais informações sobre alimentos orgânicos, acesse o site <a href="http://www.portalorganico.com.br/">Portal Orgânico</a>. Nele você encontrará uma relação de supermercados, restaurantes, feiras livres, lojas e muito mais.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Feira Natural Tech - 2008</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 18:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[De 1 a 4 de Maio de 2008, será realizada a 4ª Feira Internacional de Alimentação Saudável, Produtos Naturais e Saúde, no Pavilhão da Bienal - Parque do Ibirapuera - São Paulo. Entrada Gratuita.

É uma feira muito interessante com informações e produtos relacionados à alimentação saudável, fitoterápicos, saúde, tratamentos complementares, cosméticos naturais e muito mais.

Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De 1 a 4 de Maio de 2008, será realizada a 4ª Feira Internacional de Alimentação Saudável, Produtos Naturais e Saúde, no Pavilhão da Bienal - Parque do Ibirapuera - São Paulo. Entrada Gratuita.</p>

<p>É uma feira muito interessante com informações e produtos relacionados à alimentação saudável, fitoterápicos, saúde, tratamentos complementares, cosméticos naturais e muito mais.</p>

<p>Na edição de 2008, além da oportunidade conhecer os grandes lançamentos do segmento, ocorrerá na feira, em parceria com a SVB – Sociedade Vegetariana Brasileira, o Salão Vegetariano – um espaço somente para empresas com produtos vegetarianos, que sigam padrões de origem e qualidade, para os amantes da alimentação saudável e para despertar o interesse de novos consumidores.</p>

<p>Horários: 1 e 2 de Maio, das 13 as 21h e 3 e 4 de Maio, das 11h as 20h.</p>
<p>Fundação Bienal de São Paulo
Parque Ibirapuera, Portão 3
CEP: 04094-000
São Paulo - SP - Brasil</p>

<p>Maiores informações: www.naturaltech.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Proibida a venda e propaganda de alimentos não saudáveis nas escolas</title>
		<link>http://nutrinet.com.br/propagandas-alimentos/</link>
		<comments>http://nutrinet.com.br/propagandas-alimentos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 20:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[ Os alimentos considerados não-saudáveis têm a venda e a propaganda proibida nas escolas de educação infantil e de ensino fundamental do país. A restrição foi estabelecida pelo Projeto de Lei 127/07, aprovado pela Comissão de Educação e Cultura no dia 9 de abril.

O projeto, elaborado pelo deputado Lobbe Neto (PSDB-PR), determina que caberá às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Os alimentos considerados não-saudáveis têm a venda e a propaganda proibida nas escolas de educação infantil e de ensino fundamental do país. A restrição foi estabelecida pelo Projeto de Lei 127/07, aprovado pela Comissão de Educação e Cultura no dia 9 de abril.</p>

<p>O projeto, elaborado pelo deputado Lobbe Neto (PSDB-PR), determina que caberá às autoridades sanitárias definir quais são os alimentos saudáveis e os que não são.</p>

<p>Para demonstrar a importância da mudança na legislação, o relator do projeto, Severiano Alves, fez referência a várias pesquisas. Ele enfatizou um estudo realizado com 492 alunos de 6 a 10 anos, da 1ª a 4ª série do ensino fundamental da cidade de Franca, em São Paulo. Severiano Alves disse que os resultados mostraram que 15,8% das crianças tinham baixo peso e 24,6% tinham excesso de peso (sendo 11,6% com sobrepeso e 13% com obesidade).</p>

<p>No quesito dos hábitos alimentares, a preferência de quase 40% dos menores seria por alimentos do grupo energético extra e 72,9% teriam declarado que os alimentos fontes de vitaminas, sais minerais e fibras são os de que menos gostam. Para Alves, esses resultados revelam a necessidade de haver programas escolares, e com as famílias, de incentivo à alimentação saudável e também à prática de atividades físicas.</p>

<p>As escolas que não cumprirem as determinações do projeto de lei ficarão sujeitas às penas previstas na Lei 6437/77. As sanções, que poderão ser aplicadas de forma alternativa ou cumulativa, são as seguintes:</p>

<ol>

<li> Advertência; </li>
<li> Multa;</li> 
<li> Apreensão, inutilização, interdição, suspensão de venda ou de fabricação, e cancelamento de registro do produto;</li> 
<li> Interdição parcial ou total do estabelecimento;</li> 
<li> Proibição de propaganda;</li> 
<li> Cancelamento do alvará de licenciamento do estabelecimento;</li> 
<li> Intervenção no estabelecimento que receba recursos públicos de qualquer esfera de governo.</li> 

</ol>

<p>O projeto foi aprovado com emenda de redação, que não altera as medidas previstas.</p>

<p>  <a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=340608">Leia a proposição na íntegra. </a> </p>

<p>Fonte: Agência Câmara</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Reduzido limite máximo de uso de dois adoçantes</title>
		<link>http://nutrinet.com.br/limite-adocantes/</link>
		<comments>http://nutrinet.com.br/limite-adocantes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 17:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A presença de sódio, substância condenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pesou na decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em determinar a redução, de quase 50%, do limite máximo de uso dos adoçantes sacarina e ciclamato, freqüentemente encontrados em alimentos e refrigerantes do tipo diet e light.

De acordo com a Anvisa, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de sódio, substância condenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pesou na decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em determinar a redução, de quase 50%, do limite máximo de uso dos adoçantes sacarina e ciclamato, freqüentemente encontrados em alimentos e refrigerantes do tipo diet e light.</p>

<p>De acordo com a Anvisa, o consumo em grandes quantidades desses adoçantes pode fazer mal à saúde, principalmente dos hipertensos, devido à existência de sódio, inserido nessas fórmulas para realçar o sabor dos alimentos.</p>

<p>“O uso de aditivos edulcorantes (adoçantes) só se justifica em alimentos nos quais há a substituição total ou parcial do açúcar”, afirmou Daniela Arquete, gerente substituta da Gerência de Ações de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Anvisa.</p>

<p>Entre os edulcorantes mais populares estão o aspartame, a sacarina e o ciclamato. O problema é que o consumidor tem poucas informações sobre a presença dessas substâncias nos alimentos e bebidas, uma vez que, com exceção dos refrigerantes, a lei não obriga as empresas a informarem a quantidade de adoçantes nos produtos.</p>

<p>No entanto, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para fins Especiais diz que a maioria dos produtos já está dentro dos novos parâmetros da Anvisa, pois misturam vários adoçantes.</p>

<p>Ainda entre as últimas medidas, a Anvisa também autorizou o uso de três novos aditivos edulcorantes em alimentos no Brasil: a taumatina, o eritritol e o neotame. A nova lista de substâncias permitidas agora contém 16 substâncias.</p>

<p>Apesar da restrição – vale ressaltar que a sacarina já é proibida no Canadá e o ciclamato, nos Estados Unidos – a Anvisa avalia que o consumo médio de adoçantes pelos brasileiros está longe de pôr a saúde em risco.</p>

<p>Segundo a agência, um indivíduo adulto só ultrapassaria a margem de consumo segura se tomasse, por exemplo, mais de um litro de refrigerante light por dia por um período prolongado.</p>

<p>As empresas, cujos produtos ultrapassem os novos limites, terão três anos para se adequarem.</p>

<p>Fonte: Abeso</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudo realizado nos EUA indica que sacarina engorda</title>
		<link>http://nutrinet.com.br/sacarina/</link>
		<comments>http://nutrinet.com.br/sacarina/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 21:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas pessoas brincam por aí que adoçantes e bebidas dietéticas engordam - afinal, os gordinhos estão sempre ingerindo esses alimentos e não perdem peso. Um estudo realizado nos Estados Unidos sugere coisa parecida: que o consumo de sacarina, adoçante utilizado em refrigerantes diet, pode provocar aumento de peso maior do que o causado com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas pessoas brincam por aí que adoçantes e bebidas dietéticas engordam - afinal, os gordinhos estão sempre ingerindo esses alimentos e não perdem peso. Um estudo realizado nos Estados Unidos sugere coisa parecida: que o consumo de sacarina, adoçante utilizado em refrigerantes diet, pode provocar aumento de peso maior do que o causado com a ingestão do açúcar. A pesquisa foi publicada na edição desta semana da revista médica <a href="http://www.apa.org/journals/bne/">Behavioral Neuroscience</a>.</p>

<p>Psicólogos da Universidade de Purdue pesquisaram os efeitos da sacarina e do açúcar em ratos. Em relação a ratos que comeram iogurte adoçado com glicose (com 15 calorias a colher de chá), os que comeram iogurte adoçado com sacarina zero caloria consumiram, mais tarde, mais calorias (em forma de ração), ganharam mais peso e mais gordura corporal.</p>

<p>A autora Susan Swithers alegou que, quando o corpo perde a conexão entre sensação doce e alimento calórico, o uso de sacarina muda a capacidade do organismo de regular o consumo. Ou seja, a sensação doce causada pela ingestão de sacarina estimularia o sistema digestivo a se preparar para o consumo de grande quantidade de calorias.</p>

<p>Se essas calorias não são consumidas, o organismo fica desregulado e, como resultado, pede mais comida ou queima menos calorias, o que provocaria o aumento de peso, afirmaram os pesquisadores. &#8220;Os resultados claramente indicam que consumir alimentos adoçados com sacarina pode levar a um aumento de peso e da taxa de gordura maior do que o consumo de açúcares calóricos&#8221;, diz Susan.</p>

<p>Segundo a pesquisadora, as experiências indicam ainda que outros adoçantes artificiais, como o aspartame e o acessulfame K, que oferecem o gosto doce, podem ter o mesmo efeito da sacarina.</p>

<p>O estudo gerou reações da indústria alimentícia. Em uma entrevista publicada no jornal americano &#8220;Los Angeles Times&#8221;, Beth Hubrich, uma das representantes dos fabricantes de refrigerantes dietéticos nos EUA, rejeitou os resultados da pesquisa.</p>

<p>Segundo ela, &#8220;o estudo simplifica demais as causas da obesidade&#8221;. Além disso, afirmou, &#8220;a descoberta nos animais pode não ser verdadeira quando testada nos humanos&#8221;.</p>

<p>Um porta-voz da Fundação Britânica de Nutrição afirmou que os resultados são &#8220;interessantes&#8221;, mas não provam que os adoçantes podem ser prejudiciais nas dietas dos humanos.</p>

<p>Para a organização, o tema ainda requer mais pesquisas.</p>

<p>Fonte: BBC Brasil</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa Mostra Mudança na Alimentação dos Paulistanos</title>
		<link>http://nutrinet.com.br/pesquisa-paulistanos/</link>
		<comments>http://nutrinet.com.br/pesquisa-paulistanos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 14:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo feito pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) mostrou mudanças nos hábitos alimentares da população paulistana. Segundo a pesquisa, que analisou os alimentos presentes nos domicílios da capital, nas últimas três décadas do século XX houve uma queda no consumo de alimentos como cereais e derivados, além de frutas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo feito pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) mostrou mudanças nos hábitos alimentares da população paulistana. Segundo a pesquisa, que analisou os alimentos presentes nos domicílios da capital, nas últimas três décadas do século XX houve uma queda no consumo de alimentos como cereais e derivados, além de frutas e hortaliças. Ao mesmo tempo, foi constatado um aumento da compra de alimentos de baixo teor nutricional, como biscoitos e refrigerantes. </p>

<p>Rafael Moreira Claro, doutorando da Faculdade de Saúde Pública da USP e um dos autores do estudo, disse que se pode fazer uma associação entre o padrão de alimentação e as doenças de determinada população. “O que se viu, desde a última metade do século 20, foi uma gradativa substituição dos problemas associados ao consumo insuficiente de alimentos, como a desnutrição, por aqueles associados ao consumo excessivo e desbalanceado, como a obesidade e as doenças cardiovasculares”, explicou.</p>

<p>A pesquisa permitiu confirmar algumas tendências alimentares, como a substituição do consumo de manteiga por margarina e aumento da disponibilidade de alimentos processados: aumento de 500% para doces, 300% para refrigerantes e de 400% para biscoitos, alimentos muito menos comuns nos mercados na década de 70.</p>

<p>O estudo também verificou um aumento na disponibilidade de alimentos de origem animal, como carnes e leite. “Apesar de a tendência apresentar características positivas devido ao aumento no consumo de proteínas e de cálcio, tais alimentos também constituem fontes de gordura animal e de colesterol, nutrientes danosos à saúde quando consumidos em quantidade excessiva”, analisou o pesquisador.</p>

<p>Para Rafael, a análise da mudança dos hábitos alimentares da população permite um melhor entendimento do assunto, para a adoção de políticas públicas mais eficazes. Segundo ele, ações individualizadas para combater as doenças geradas pela obesidade parecem surtir pequeno efeito. Já a imposição de taxas a alimentos não saudáveis, ou isenções fiscais que barateiem alimentos saudáveis, são algumas das opções estudadas.</p>

<strong>Fonte:</strong> Agência FAPESP]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Complicações da obesidade</title>
		<link>http://nutrinet.com.br/complicacoes-da-obesidade/</link>
		<comments>http://nutrinet.com.br/complicacoes-da-obesidade/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 10:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[ Não se tem mais dúvida que a obesidade está associada com aumento no risco de morte, doenças e aceleração do envelhecimento. Foi reconhecida em 1985 pela Organização Mundial da Saúde como uma doença crônica multifatorial. 

 São vários os fatores que estimulam o aumento de peso, dentre eles: sedentarismo, alimentação inadequada, ansiedade, depressão, influência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Não se tem mais dúvida que a <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:215244/tags:obesidade" class="bbli">obesidade<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> está associada com aumento no risco de morte, doenças e aceleração do envelhecimento. Foi reconhecida em 1985 pela Organização Mundial da Saúde como uma doença crônica multifatorial. </p>

<p> São vários os fatores que estimulam o aumento de peso, dentre eles: sedentarismo, alimentação inadequada, ansiedade, depressão, influência da mídia, comportamento familiar, uso abusivo de bebidas alcoólicas, uso de medicamentos sem orientação médica, dietas milagrosas, gravidez sem controle de peso, falta de amamentação ou desmame precoce e algumas alterações endócrinas (lembrando que somente 5% dos casos de obesidade estão relacionados com distúrbios glandulares). </p>

<p> Veja a seguir, algumas complicações decorrentes da obesidade: </p>

<ul>
	<li>Diabetes mellitus tipo II</li>
	<li>Câncer de endométrio</li>
	<li>Colecistopatias (doenças da vesícula biliar)</li>
        <li>Esteatose hepática</li>
	<li>Osteoartrite</li>
	<li>Hipertensão Arterial</li>
	<li>Doenças coronárias</li>
	<li>Câncer de mama</li>  
	<li>Câncer de cólon</li>
        <li>Síndrome do ovário policístico</li>
	<li>Síndrome da apnéia obstrutiva do sono (SAOS)</li>
	<li>Alterações dermatológicas (estrias, acantose nigricans, celulites, linfoedemas, micoses, etc.</li>
</ul>

<p> Pelas graves complicações que a obesidade pode causar ao nosso organismo, tornam-se evidentes a importância de sua prevenção e o seu <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:215244/tags:balança+peso+gordura" class="bbli">tratamento<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> adequado. A partir do momento em que classificamos a obesidade como uma doença crônica, não se justifica mais o tratamento apenas por motivos estéticos. </p>

]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudo pode ter descoberto o gene anti-obesidade</title>
		<link>http://nutrinet.com.br/estudo-pode-ter-descoberto-o-gene-da-obesidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 18:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[ Um estudo publicado na edição deste mês da revista científica Cell Metabolism, liderado pelo cientista americano Jonathan Graff, afirma ter encontrado o gene responsável pelo controle da formação de tecido adiposo no organismo, resumindo, um gene anti-obesidade ou gene da magreza, como alguns preferem chamá-lo. Assim, pessoas que possuem uma cópia ativa desse gene [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Um estudo publicado na edição deste mês da revista científica Cell Metabolism, liderado pelo cientista americano Jonathan Graff, afirma ter encontrado o gene responsável pelo controle da formação de tecido adiposo no organismo, resumindo, um gene anti-obesidade ou gene da magreza, como alguns preferem chamá-lo. Assim, pessoas que possuem uma cópia ativa desse gene teriam resistência ao acumulo de gordura e ao diabetes. </p>

<p> O gene, chamado Adipose (Adp), foi descoberto em moscas gordas há mais de 50 anos, porém, seu mecanismo de atuação era desconhecido. Em estudo recente, os pesquisadores da Universidade do Texas examinaram como o adipose age estudando moscas, o verme C. elegans, culturas de células  e ratos tarnsgênicos. Valendo-se de diversos métodos, eles manipularam o adipose em vários animais, ativando-o ou desativando-o em diferentes fases da vida. </p>

<p> Graff, afirma que esse gene controla o acúmulo de gorduras, quanto mais o gene Adipose atua no organismo, mais magros são os animais testados. &#8220;A descoberta sugere uma direção para os tratamentos das epidemias de diabetes e obesidade&#8221;, acrescentou. </p>


<p> <strong><a href="http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&#038;_udi=B7MFH-4PK8RVT-8&#038;_user=10&#038;_coverDate=09%2F05%2F2007&#038;_rdoc=1&#038;_fmt=&#038;_orig=search&#038;_sort=d&#038;view=c&#038;_acct=C000050221&#038;_version=1&#038;_urlVersion=0&#038;_userid=10&#038;md5=06fe78c0fabc20693f0f49698064e67a"><acronym title="Cell Metabolism">Clique aqui</strong></a>
 para ter acesso ao resumo do artigo original.</p>

]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dez Passos para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas</title>
		<link>http://nutrinet.com.br/dez-passos-para-a-promocao-da-alimentacao-saudavel-nas-escolas/</link>
		<comments>http://nutrinet.com.br/dez-passos-para-a-promocao-da-alimentacao-saudavel-nas-escolas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 14:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os &#8220;Dez Passos para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas&#8221; foram elaborados com o objetivo de propiciar a adesão da comunidade escolar a hábitos alimentares saudáveis e atitudes de auto cuidado e promoção da saúde.  Consistem num conjunto de estratégias que devem ser implementadas de maneira complementar entre si, sem necessidade de seguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os &#8220;Dez Passos para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas&#8221; foram elaborados com o objetivo de propiciar a adesão da comunidade escolar a hábitos alimentares saudáveis e atitudes de auto cuidado e promoção da saúde.  Consistem num conjunto de estratégias que devem ser implementadas de maneira complementar entre si, sem necessidade de seguir uma ordem, permitindo a formulação de ações/atividades de acordo com a realidade de cada local. </p>

<ol>
	<li> A escola deve definir estratégias, em conjunto com a comunidade escolar, para favorecer escolhas saudáveis.</li>
	<li> Reforçar a abordagem da promoção da saúde e da alimentação saudável nas atividades curriculares da escola.</li>
	<li> Desenvolver estratégias de informação às famílias dos alunos para a promoção da alimentação saudável no ambiente escolar, enfatizando sua co-responsabilidade e a importância de sua participação neste processo.</li>
	<li> Sensibilizar e capacitar os profissionais envolvidos com alimentação na escola para produzir e oferecer alimentos mais saudáveis, adequando os locais de produção e fornecimento de refeições às boas práticas para serviços de alimentação e garantindo a oferta de água potável.</li>
	<li>Restringir a oferta, a promoção comercial e a venda de alimentos ricos em gorduras, açúcares e sal.</li>
	<li>Desenvolver opções de alimentos e refeições saudáveis na escola.</li>
	<li>Aumentar a oferta e promover o consumo de frutas, legumes e verduras, com ênfase nos alimentos regionais.</li>  
	<li>Auxiliar os serviços de alimentação da escola na divulgação de opções saudáveis por meio de estratégias que estimulem essas escolhas.</li>
	<li>Divulgar a experiência da alimentação saudável para outras escolas, trocando informações e vivências.</li>
	<li>Desenvolver um programa contínuo de promoção de hábitos alimentares saudáveis, considerando o monitoramento do estado nutricional dos escolares, com ênfase em ações de diagnóstico, prevenção e controle dos distúrbios nutricionais.</li>

</ol>

<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao/"><acronym title="Ministério da Saúde">Ministério da Saúde</p>]]></content:encoded>
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		<title>Refrigerante Aumenta Prevalência de Síndrome Metabólica</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 23:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabete Cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O consumo diário de refrigerante mostrou um aumento de 48% na prevalência da síndrome metabólica em comparação aos indivíduos que consomem menos de um refrigerante por dia, de acordo com pesquisa do Instituto Framingham, em Boston, EUA. Segundo o pesquisador e professor da Escola de Medicina da Universidade de Boston, EUA, Ramachandran Vasan, o risco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo diário de refrigerante mostrou um aumento de 48% na prevalência da síndrome metabólica em comparação aos indivíduos que consomem menos de um refrigerante por dia, de acordo com pesquisa do Instituto Framingham, em Boston, EUA. Segundo o pesquisador e professor da Escola de Medicina da Universidade de Boston, EUA, Ramachandran Vasan, o risco aumenta tanto em pessoas que consomem o refrigerante diet quanto entre os que tomam a versão normal.</p>

<p>A pesquisa avaliou 9 mil pessoas de meia-idade, durante quatro anos. Foi observada uma associação significativa do consumo de refrigerantes com o desenvolvimento de fatores de risco da síndrome metabólica, como doença cardiovascular, diabetes, aumento da circunferência abdominal, hipertensão, elevação nos níveis de triglicerídeos e de glicose em jejum, além da redução de lipoproteínas de alta densidade (o &#8220;colesterol bom&#8221;).</p>

<p>Segundo o autor principal, pela primeira vez foi realizado um estudo com refrigerantes diet, consumidos principalmente por pessoas que querem perder peso. De qualquer forma, os indivíduos que beberam mais de um refrigerante por dia apresentaram um aumento de 31% nas chances de serem obesos; 25% na elevação dos triglicerídeos e 32% na redução do colesterol bom.</p>

<p>O estudo (publicado na revista Circulation, da Associação Norte-Americana do Coração) apresenta três possíveis explicações que ainda precisam ser estudadas. São elas:</p>

<ol>
	<li>O xarope de frutose de milho, utilizado nos refrigerantes, causaria ganho de peso;</li>
	<li>O maior consumo de líquidos estaria ligado a um grau mais baixo de compensação alimentar;</li>
	<li>Os refrigerantes â€“ diets ou não â€“ são altamente adocicados.</li>
</ol>

<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.abeso.org.br/"><acronym title="Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica">ABESO</acronym></a> (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica)</p>

Veja o artigo na íntegra: <p><strong></strong> <a href="http://circ.ahajournals.org/cgi/content/full/116/5/480?maxtoshow=&#038;HITS=10&#038;hits=10&#038;RESULTFORMAT=3&#038;author1=vasan&#038;andorexacttitle=and&#038;andorexacttitleabs=and&#038;andorexactfulltext=and&#038;searchid=1&#038;FIRSTINDEX=0&#038;sortspec=relevance&#038;fdate=1/1/2007&#038;resourcetype=HWCIT"><acronym title="Revista Circulation (American Heart Association)">Circulation</acronym></a> (American Heart Association)</p>]]></content:encoded>
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